OPINIÃO – Aumento do número de vagas no estacionamento rotativo pago da cidade.

 
 
 
A secretaria de Infraestrutura, Segurança e Trânsito, realizará nesta quarta-feira, 07 de agosto, audiência pública com o objetivo de debater o aumento do número de vagas no estacionamento rotativo pago na região central da cidade.
 
Hoje pela manhã conversando sobre o assunto com dois comerciantes estabelecidos em pontos aonde ainda não chegou a chamada “área azul”, ambos foram taxativos em afirmar que não vêem necessidade.
 
Não é de hoje que o assunto é tratado informalmente e há pessoas que se dizem contrárias a expansão da área do estacionamento rotativo. Não faz muito tempo, um amigo em tom de brincadeira, disse que se deixarem, a empresa que explora o referido serviço público, vai estendê-lo até o Bairro do Passo.
 
Confesso que não conheço as cláusulas do contrato existente entre o município e a empresa, se está prevista essa possibilidade ou não, ou se terá de o legislativo autorizar para que a área seja expandida. O que sei é que para muitas outras pessoas não faz a mínima diferença.
 
Há problemas, existentes desde a implantação da cobrança pelo estacionamento, que precisam ser solucionados. Muitas vezes motoristas chegam a determinados pontos, estacionam e não encontram os funcionários que cobram pelo estacionamento. Se o motorista deixar o carro sem o ticket, no seu retorno poderá encontrar uma multa salgada a ser paga.
 
Seguidamente proprietários de automóveis se deparam com parquímetros estragados, isso sem falar na operação complexa para algumas pessoas, na hora de colocar as moedas nas máquinas e retirar o comprovante de pagamento.
 
Outra situação que incomoda os usuários da área azul: a insistência do pessoal que cobra e fiscaliza o estacionamento, em vender créditos para uma semana, para um mês inteiro. É compreensível esse comportamento, mas a insistência as vezes incomoda.
 
E olha que o  número de usuários que utiliza o estacionamento rotativo pago, é significativo, e muita gente que se sente pouco a vontade diante das situações elencadas.
 
Penso que antes de tratar do aumento do número de vagas é preciso resolver os problemas existentes, que não são de hoje.
 
OPINIÃO: Paulo Roberto Pires.