GESTÃO FISCAL - São Borja comemora posição obtida no ranking

     
O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta quinta-feira (20/10), revela que São Borja atingiu seu melhor desempenho, enquadrando o Município na faixa de “boa gestão fiscal”, com base nos dados de 2020.
 
 
 
No estudo, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram analisadas as contas de todas as cidades do país. As 497 cidades do Rio Grande do Sul, atingiram, na média, 0,6584 ponto. São Borja atingiu índice 0.6910, ou seja, acima da média estadual. O índice varia de zero a um, sendo que quanto mais próximo de um, melhor a gestão fiscal.
 
 
 
O desempenho, segundo estudo realizado, estudo coloca o Município na posição 222º no Estado, o que significa que no comparativo com anos anteriores, São Borja alcança sua melhor performance, na apuração.
 
 
 
“Em 2016 São Borja estava na 442ª posição no ranking de Gestão Fiscal e agora estamos na 222ª. Isso demonstra a evolução considerável que o município obteve na gestão administrativa de seus recursos, é resultado de uma gestão pública eficiente e comprometida com o desenvolvimento da nossa Terra. Comemoramos a melhora, mas seguiremos nosso trabalho com muita responsabilidade, a fim de avançar ainda mais”, diz o prefeito Eduardo Bonotto.
 
 
 
O que é o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF)
 
O “Índice Firjan de Gestão Fiscal” (IFGF) é um estudo anual que tem por objetivo fortalecer a cultura da responsabilidade administrativa ao fornecer subsídios para uma gestão pública eficiente e democrática. Os dados são extraídos dos resultados fiscais que as prefeituras declaram à Secretaria do Tesouro Nacional e revelam onde foram alocados os recursos arrecadados. Por esse motivo, ele é considerado uma ferramenta de controle social capaz de aprimorar a gestão fiscal dos municípios.
 
 
 
Com base nesses dados é atribuída, para cada município, uma pontuação que vai de zero a um e que determina seus respectivos conceitos: A (gestão de excelência), B (boa gestão), C (gestão em dificuldade) e D (gestão crítica).